Find other sites about
Related Sites
-
Atlantis,Vigo - A Época Romântica António Pessoa consegue um mega espaço não muito longe de Vila Nova de Cerveira,rodeado de bosques e dos bons ares da natureza com uma espectacular vista e bons vizinhos,rústicos mas de boa fé. As suas visitas a Cerveira ao principio assiduas... more
Reviewed by L-Xpress-APessoa Apr 04 2007, 03:59am ( 3 reviews ) • photobucket.com
-
APessoa-Gallery
APessoa...
36 Favs
-
noticias-APeSsOa
noticia...
31 Favs
-
L-Xpress-APessoa
L-Xpres...
40 Favs
- 3 reviews
- Reviews of the site
-
Join StumbleUpon or login to add a review!
-
Rated by noticias-APeSsOa on May 20 2008, 6:20am
Atlantis,Vigo - A Época Romântica António Pessoa consegue um mega espaço não muito longe de Vila Nova de Cerveira,rodeado de bosques e dos bons ares da natureza com uma espectacular vista e bons vizinhos,rústicos mas de boa fé. As suas visitas a Cerveira ao principio assiduas tornam-se cada vez menos frequentes.De algum modo a ideia que tinha da terra de facto aos seus olhos acabou por não corresponder às expectativas. Alguns meses mais tarde António Pessoa descobre aquele que vai ser o estudio Atlantis,justamente em frente à praia do Samil,Vigo.Este vai ser durante cinco maravilhosos anos o seu atelier,casa e paraíso celestial. Vigo oferece-lhe aquilo que o Porto nunca teve, a capacidade de conceder-lhe"La Fiesta de la Vída",alegria,noites escaldantes,"La Movída" espanhola e amigos para toda a vida.Neste ambiente,acaba por reencontrar-se e e neste ambiente se inspira para concretizar efectivamente a sua mais intensa e frenética epopeia plástica. A Época Romântica! Ainda que a principio dilacerado pelo estado obsoleto em que a arte galega se tinha deixado adormecer,António Pessoa de alguma forma sabe superar esta realidade concebendo novas e mais contemporâneas versões imprimindo-lhes o exotismo necessário e a sexualidade ainda que sabiamente camuflada,adicionando os seus próprios ingredientes e especiarias através de uma culinária plástica estranhamente híbrida e ao mesmo tempo concentrada num modelo de linguagem e expressão artistica globalmente uniforme. Parece-me oportuno mencionar que António Pessoa,sempre fazendo justiça à sua reputação e cada vez mais igual a si mesmo,mesmo dando-se o indiscutivel caso de não ser de seu estilo fazer qualquer tipo de cedências,é e sempre tem sido sintoma da sua natureza como artista e comunicador,ir ao encontro do público utilizando uma linguagem plástica compreensivel. António Pessoa,um pouco em jeito de graça,conta que certa vez o Prof.Eduardo Calvet de Magalhães,fundador da escola e galeria Árvore do Porto,lhe disse directamente"você ,António Pessoa,é um pintor maldito, sabe o que as pessoas gostam e dá-lhes!" Há de facto uma mais que certa verdade nesta afirmação,seja com retoque ou com mais ou menos subtileza,o certo é que o artista sempre aplaudido por muitos e criticado por poucos,toma desde o inicio da sua carreira esta posição tipicamente Hollywoodesca,não tanto por calculismo adquirido mas sim de facto por natural genética tendência levando-o a absorver e logo e por conseguinte a espelhar as sugestões culturais,sociais e ambientais que mais lhe estão próximas. De bom presságio,esta caracteristica da sua natureza,vistas bem as coisas,de facto tem-lhe trazido mais beneficios que desvantagens. António Pessoa,qual Camaleão,ainda que sempre patente o selo do seu estilo de pose,jeito e pincelada,muda de temática como quem muda de camisa,esgotando todas as possibilidades e mais importante não permitindo que o tédio de maneira nenhuma invada o espectador,como um longo desfile de obviedades de nos fazer dormir e bocejar por mais. E é com estas e com outras que a partir de 1996,um artista luso entra em Espanha e sem muito hesitar,começa a deitar cartas na mesa. Conhece o galerista Carlos Alvarez,quem se apaixona imediatamente pela sua pintura,Alpide Villa Rodriguez,um dos maiores coleccionadores de arte em toda a Galiza,Faustino Moiños ,um jovem mecenas à maneira e por então dono do charmoso pub-galeria Pianíssimo...onde António Pessoa para além de expôr e bem vender as suas obras,encantava a noite viguesa com a sua soltura e sentimento musical no piano de cauda que hoje tem a sua assinatura...
-
Rated by APessoa-Gallery on Apr 04 2007, 4:29am
Atlantis,Vigo - A Época Romântica António Pessoa consegue um mega espaço não muito longe de Vila Nova de Cerveira,rodeado de bosques e dos bons ares da natureza com uma espectacular vista e bons vizinhos,rústicos mas de boa fé. As suas visitas a Cerveira ao principio assiduas tornam-se cada vez menos frequentes.De algum modo a ideia que tinha da terra de facto aos seus olhos acabou por não corresponder às expectativas. Alguns meses mais tarde António Pessoa descobre aquele que vai ser o estudio Atlantis,justamente em frente à praia do Samil,Vigo.Este vai ser durante cinco maravilhosos anos o seu atelier,casa e paraíso celestial. Vigo oferece-lhe aquilo que o Porto nunca teve, a capacidade de conceder-lhe"La Fiesta de la Vída",alegria,noites escaldantes,"La Movída" espanhola e amigos para toda a vida.Neste ambiente,acaba por reencontrar-se e e neste ambiente se inspira para concretizar efectivamente a sua mais intensa e frenética epopeia plástica. A Época Romântica! Ainda que a principio dilacerado pelo estado obsoleto em que a arte galega se tinha deixado adormecer,António Pessoa de alguma forma sabe superar esta realidade concebendo novas e mais contemporâneas versões imprimindo-lhes o exotismo necessário e a sexualidade ainda que sabiamente camuflada,adicionando os seus próprios ingredientes e especiarias através de uma culinária plástica estranhamente híbrida e ao mesmo tempo concentrada num modelo de linguagem e expressão artistica globalmente uniforme. Parece-me oportuno mencionar que António Pessoa,sempre fazendo justiça à sua reputação e cada vez mais igual a si mesmo,mesmo dando-se o indiscutivel caso de não ser de seu estilo fazer qualquer tipo de cedências,é e sempre tem sido sintoma da sua natureza como artista e comunicador,ir ao encontro do público utilizando uma linguagem plástica compreensivel. António Pessoa,um pouco em jeito de graça,conta que certa vez o Prof.Eduardo Calvet de Magalhães,fundador da escola e galeria Árvore do Porto,lhe disse directamente"você ,António Pessoa,é um pintor maldito, sabe o que as pessoas gostam e dá-lhes!" Há de facto uma mais que certa verdade nesta afirmação,seja com retoque ou com mais ou menos subtileza,o certo é que o artista sempre aplaudido por muitos e criticado por poucos,toma desde o inicio da sua carreira esta posição tipicamente Hollywoodesca,não tanto por calculismo adquirido mas sim de facto por natural genética tendência levando-o a absorver e logo e por conseguinte a espelhar as sugestões culturais,sociais e ambientais que mais lhe estão próximas. De bom presságio,esta caracteristica da sua natureza,vistas bem as coisas,de facto tem-lhe trazido mais beneficios que desvantagens. António Pessoa,qual Camaleão,ainda que sempre patente o selo do seu estilo de pose,jeito e pincelada,muda de temática como quem muda de camisa,esgotando todas as possibilidades e mais importante não permitindo que o tédio de maneira nenhuma invada o espectador,como um longo desfile de obviedades de nos fazer dormir e bocejar por mais. E é com estas e com outras que a partir de 1996,um artista luso entra em Espanha e sem muito hesitar,começa a deitar cartas na mesa. Conhece o galerista Carlos Alvarez,quem se apaixona imediatamente pela sua pintura,Alpide Villa Rodriguez,um dos maiores coleccionadores de arte em toda a Galiza,Faustino Moiños ,um jovem mecenas à maneira e por então dono do charmoso pub-galeria Pianíssimo...onde António Pessoa para além de expôr e bem vender as suas obras,encantava a noite viguesa com a sua soltura e sentimento musical no piano de cauda que hoje tem a sua assinatura...
-
Rated by L-Xpress-APessoa on Apr 04 2007, 3:59am
Atlantis,Vigo - A Época Romântica António Pessoa consegue um mega espaço não muito longe de Vila Nova de Cerveira,rodeado de bosques e dos bons ares da natureza com uma espectacular vista e bons vizinhos,rústicos mas de boa fé. As suas visitas a Cerveira ao principio assiduas tornam-se cada vez menos frequentes.De algum modo a ideia que tinha da terra de facto aos seus olhos acabou por não corresponder às expectativas. Alguns meses mais tarde António Pessoa descobre aquele que vai ser o estudio Atlantis,justamente em frente à praia do Samil,Vigo.Este vai ser durante cinco maravilhosos anos o seu atelier,casa e paraíso celestial. Vigo oferece-lhe aquilo que o Porto nunca teve, a capacidade de conceder-lhe"La Fiesta de la Vída",alegria,noites escaldantes,"La Movída" espanhola e amigos para toda a vida.Neste ambiente,acaba por reencontrar-se e e neste ambiente se inspira para concretizar efectivamente a sua mais intensa e frenética epopeia plástica. A Época Romântica! Ainda que a principio dilacerado pelo estado obsoleto em que a arte galega se tinha deixado adormecer,António Pessoa de alguma forma sabe superar esta realidade concebendo novas e mais contemporâneas versões imprimindo-lhes o exotismo necessário e a sexualidade ainda que sabiamente camuflada,adicionando os seus próprios ingredientes e especiarias através de uma culinária plástica estranhamente híbrida e ao mesmo tempo concentrada num modelo de linguagem e expressão artistica globalmente uniforme. Parece-me oportuno mencionar que António Pessoa,sempre fazendo justiça à sua reputação e cada vez mais igual a si mesmo,mesmo dando-se o indiscutivel caso de não ser de seu estilo fazer qualquer tipo de cedências,é e sempre tem sido sintoma da sua natureza como artista e comunicador,ir ao encontro do público utilizando uma linguagem plástica compreensivel. António Pessoa,um pouco em jeito de graça,conta que certa vez o Prof.Eduardo Calvet de Magalhães,fundador da escola e galeria Árvore do Porto,lhe disse directamente"você ,António Pessoa,é um pintor maldito, sabe o que as pessoas gostam e dá-lhes!" Há de facto uma mais que certa verdade nesta afirmação,seja com retoque ou com mais ou menos subtileza,o certo é que o artista sempre aplaudido por muitos e criticado por poucos,toma desde o inicio da sua carreira esta posição tipicamente Hollywoodesca,não tanto por calculismo adquirido mas sim de facto por natural genética tendência levando-o a absorver e logo e por conseguinte a espelhar as sugestões culturais,sociais e ambientais que mais lhe estão próximas. De bom presságio,esta caracteristica da sua natureza,vistas bem as coisas,de facto tem-lhe trazido mais beneficios que desvantagens. António Pessoa,qual Camaleão,ainda que sempre patente o selo do seu estilo de pose,jeito e pincelada,muda de temática como quem muda de camisa,esgotando todas as possibilidades e mais importante não permitindo que o tédio de maneira nenhuma invada o espectador,como um longo desfile de obviedades de nos fazer dormir e bocejar por mais. E é com estas e com outras que a partir de 1996,um artista luso entra em Espanha e sem muito hesitar,começa a deitar cartas na mesa. Conhece o galerista Carlos Alvarez,quem se apaixona imediatamente pela sua pintura,Alpide Villa Rodriguez,um dos maiores coleccionadores de arte em toda a Galiza,Faustino Moiños ,um jovem mecenas à maneira e por então dono do charmoso pub-galeria Pianíssimo...onde António Pessoa para além de expôr e bem vender as suas obras,encantava a noite viguesa com a sua soltura e sentimento musical no piano de cauda que hoje tem a sua assinatura...
