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Antonio Pessoa Art Gallery De todos os modos e curiosamente,esta peculiar reserva em relação às galerias de arte,tem sido desde muito cedo no percurso artistico e profissional de António Pessoa,não de maneira nenhuma um contencioso ou coisa que o valha,mas sim uma opção,ou melhor... more
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Rated by AntonioPessoa-PA on Apr 19 2007, 11:09am
Antonio Pessoa Art Gallery De todos os modos e curiosamente,esta peculiar reserva em relação às galerias de arte,tem sido desde muito cedo no percurso artistico e profissional de António Pessoa,não de maneira nenhuma um contencioso ou coisa que o valha,mas sim uma opção,ou melhor dizendo, uma reacção natural e espontânea,por um lado devido à típica lentidão e falta de dinamismo de muitissimas galerias de arte,contudo entendemos que o que mais tem contribuido para este facto deve-se essencialmente à verdadeira natureza do artista encaminhando-o desde a sua adolescência para um modelo,digamos,talvez mais autónomo de gerir a sua carreira e consequentemente a sua vida privada e pessoal. Segundo os inúmeros apontamentos biográficos de Mr.Jacob Kotsky na elaboração do livro About Antonio Pessoa,é sabido que remontando aos seus tempos de Amsterdão,ainda com apenas dezasete anos de idade,o jovem artista já demonstrava os primeiros sintomas da sua intuitiva apetência por trabalhar com intermediários,desta forma,digo eu,talvez sendo afinal de contas uma certa vantagem na medida em que este modus operandi seguramente lhe permitia usufruir de mais espaço anímico vital e tempo real para assim ir paulatinamente desenvolvendo a técnica e o aprumo da sua já promissora coerência criativa. Primeiro,Gerard Meerman toma nas suas mãos a gestão comercial das primeiras obras de António Pessoa na Holanda,estamos a falar do inicio dos anos oitenta.Mais tarde Peter van Dijk interessa-se pela divulgação e venda dos trabalhos do artista português,neste caso não tanto por uma questão meramente económica mas essencialmente por motivos de cumplicidade legitima como se veio a revelar.O mesmo já não se pode dizer do americano Lee Roberts que escassos anos mais tarde viu na obra de Pessoa uma boa oportunidade de realizar dinheiro facilmente. Seja como for,o interessante desta análise é efectivamente concluirmos que desde uma tenra idade,António Pessoa parece ter encontrado neste modelo de trabalho de equipa a velocidade de acção justamente adequada ao seu ritmo de produção e temperamento. Este quase desinteresse e até indiferença por trabalhar com galerias de arte veio dez anos mais tarde a tomar proporções bastante mais acentuadas quando em finais dos anos oitenta e principio dos noventa, António Pessoa pelas mãos de Ana Ferreira Mendes começa a expôr em hoteis e casinos até à altura em que conhece Alfredo Moreira,aquele que viria a ser seu Marchante durante quase toda a última década do outro milénio. Mais tarde,já residindo em Vigo,com Vicente Fernández Lago dá-se o mesmo fenómeno de Déjà Vu,tornando-se até aos dias de hoje o administrador da obra de António Pessoa em Portugal e norte de Espanha. Apesar do facto de tanto Alfredo Moreira,então director da galeria Almacem na cidade do Porto como Vicente Fernández Lago,director e proprietário da galeria Trastevere em Vigo,possuirem estes espaços, efectivamente galerias de arte,a forma como sempre trabalharam com António Pessoa obedecia a um quase modelo de exclusividade,chegando Vicente Fernández mesmo ao ponto de ter Pessoa representado como Artista Único. Com a posta em prática e em cena do Ciclo Zodiaco,já no novo milénio, atingindo o seu nivel máximo em Barcelona 2004 com mais de um milhar de clientes,António Pessoa conquista de uma forma absoluta a sua autonomia e total independência,naturalmente acentuando de um modo mais radical a sua falta de motivação directa em ajustar a sua carreira às agendas frenéticas e superlotadas das galerias de arte espalhadas pelos cinco continentes
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Rated by APessoa-Gallery on Apr 19 2007, 11:02am
Antonio Pessoa Art Gallery De todos os modos e curiosamente,esta peculiar reserva em relação às galerias de arte,tem sido desde muito cedo no percurso artistico e profissional de António Pessoa,não de maneira nenhuma um contencioso ou coisa que o valha,mas sim uma opção,ou melhor dizendo, uma reacção natural e espontânea,por um lado devido à típica lentidão e falta de dinamismo de muitissimas galerias de arte,contudo entendemos que o que mais tem contribuido para este facto deve-se essencialmente à verdadeira natureza do artista encaminhando-o desde a sua adolescência para um modelo,digamos,talvez mais autónomo de gerir a sua carreira e consequentemente a sua vida privada e pessoal. Segundo os inúmeros apontamentos biográficos de Mr.Jacob Kotsky na elaboração do livro About Antonio Pessoa,é sabido que remontando aos seus tempos de Amsterdão,ainda com apenas dezasete anos de idade,o jovem artista já demonstrava os primeiros sintomas da sua intuitiva apetência por trabalhar com intermediários,desta forma,digo eu,talvez sendo afinal de contas uma certa vantagem na medida em que este modus operandi seguramente lhe permitia usufruir de mais espaço anímico vital e tempo real para assim ir paulatinamente desenvolvendo a técnica e o aprumo da sua já promissora coerência criativa. Primeiro,Gerard Meerman toma nas suas mãos a gestão comercial das primeiras obras de António Pessoa na Holanda,estamos a falar do inicio dos anos oitenta.Mais tarde Peter van Dijk interessa-se pela divulgação e venda dos trabalhos do artista português,neste caso não tanto por uma questão meramente económica mas essencialmente por motivos de cumplicidade legitima como se veio a revelar.O mesmo já não se pode dizer do americano Lee Roberts que escassos anos mais tarde viu na obra de Pessoa uma boa oportunidade de realizar dinheiro facilmente. Seja como for,o interessante desta análise é efectivamente concluirmos que desde uma tenra idade,António Pessoa parece ter encontrado neste modelo de trabalho de equipa a velocidade de acção justamente adequada ao seu ritmo de produção e temperamento. Este quase desinteresse e até indiferença por trabalhar com galerias de arte veio dez anos mais tarde a tomar proporções bastante mais acentuadas quando em finais dos anos oitenta e principio dos noventa, António Pessoa pelas mãos de Ana Ferreira Mendes começa a expôr em hoteis e casinos até à altura em que conhece Alfredo Moreira,aquele que viria a ser seu Marchante durante quase toda a última década do outro milénio. Mais tarde,já residindo em Vigo,com Vicente Fernández Lago dá-se o mesmo fenómeno de Déjà Vu,tornando-se até aos dias de hoje o administrador da obra de António Pessoa em Portugal e norte de Espanha. Apesar do facto de tanto Alfredo Moreira,então director da galeria Almacem na cidade do Porto como Vicente Fernández Lago,director e proprietário da galeria Trastevere em Vigo,possuirem estes espaços, efectivamente galerias de arte,a forma como sempre trabalharam com António Pessoa obedecia a um quase modelo de exclusividade,chegando Vicente Fernández mesmo ao ponto de ter Pessoa representado como Artista Único. Com a posta em prática e em cena do Ciclo Zodiaco,já no novo milénio, atingindo o seu nivel máximo em Barcelona 2004 com mais de um milhar de clientes,António Pessoa conquista de uma forma absoluta a sua autonomia e total independência,naturalmente acentuando de um modo mais radical a sua falta de motivação directa em ajustar a sua carreira às agendas frenéticas e superlotadas das galerias de arte espalhadas pelos cinco continentes
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Rated by L-Xpress-APessoa on Apr 19 2007, 10:53am
Antonio Pessoa Art Gallery De todos os modos e curiosamente,esta peculiar reserva em relação às galerias de arte,tem sido desde muito cedo no percurso artistico e profissional de António Pessoa,não de maneira nenhuma um contencioso ou coisa que o valha,mas sim uma opção,ou melhor dizendo, uma reacção natural e espontânea,por um lado devido à típica lentidão e falta de dinamismo de muitissimas galerias de arte,contudo entendemos que o que mais tem contribuido para este facto deve-se essencialmente à verdadeira natureza do artista encaminhando-o desde a sua adolescência para um modelo,digamos,talvez mais autónomo de gerir a sua carreira e consequentemente a sua vida privada e pessoal. Segundo os inúmeros apontamentos biográficos de Mr.Jacob Kotsky na elaboração do livro About Antonio Pessoa,é sabido que remontando aos seus tempos de Amsterdão,ainda com apenas dezasete anos de idade,o jovem artista já demonstrava os primeiros sintomas da sua intuitiva apetência por trabalhar com intermediários,desta forma,digo eu,talvez sendo afinal de contas uma certa vantagem na medida em que este modus operandi seguramente lhe permitia usufruir de mais espaço anímico vital e tempo real para assim ir paulatinamente desenvolvendo a técnica e o aprumo da sua já promissora coerência criativa. Primeiro,Gerard Meerman toma nas suas mãos a gestão comercial das primeiras obras de António Pessoa na Holanda,estamos a falar do inicio dos anos oitenta.Mais tarde Peter van Dijk interessa-se pela divulgação e venda dos trabalhos do artista português,neste caso não tanto por uma questão meramente económica mas essencialmente por motivos de cumplicidade legitima como se veio a revelar.O mesmo já não se pode dizer do americano Lee Roberts que escassos anos mais tarde viu na obra de Pessoa uma boa oportunidade de realizar dinheiro facilmente. Seja como for,o interessante desta análise é efectivamente concluirmos que desde uma tenra idade,António Pessoa parece ter encontrado neste modelo de trabalho de equipa a velocidade de acção justamente adequada ao seu ritmo de produção e temperamento. Este quase desinteresse e até indiferença por trabalhar com galerias de arte veio dez anos mais tarde a tomar proporções bastante mais acentuadas quando em finais dos anos oitenta e principio dos noventa, António Pessoa pelas mãos de Ana Ferreira Mendes começa a expôr em hoteis e casinos até à altura em que conhece Alfredo Moreira,aquele que viria a ser seu Marchante durante quase toda a última década do outro milénio. Mais tarde,já residindo em Vigo,com Vicente Fernández Lago dá-se o mesmo fenómeno de Déjà Vu,tornando-se até aos dias de hoje o administrador da obra de António Pessoa em Portugal e norte de Espanha. Apesar do facto de tanto Alfredo Moreira,então director da galeria Almacem na cidade do Porto como Vicente Fernández Lago,director e proprietário da galeria Trastevere em Vigo,possuirem estes espaços, efectivamente galerias de arte,a forma como sempre trabalharam com António Pessoa obedecia a um quase modelo de exclusividade,chegando Vicente Fernández mesmo ao ponto de ter Pessoa representado como Artista Único. Com a posta em prática e em cena do Ciclo Zodiaco,já no novo milénio, atingindo o seu nivel máximo em Barcelona 2004 com mais de um milhar de clientes,António Pessoa conquista de uma forma absoluta a sua autonomia e total independência,naturalmente acentuando de um modo mais radical a sua falta de motivação directa em ajustar a sua carreira às agendas frenéticas e superlotadas das galerias de arte espalhadas pelos cinco continentes.
