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Resumindo não restam contrapartidas de que o contraponto da situação tem o seu epicentro em meados dos noventa,quando,efectivamente e sem a necessidade de complicadas equações matemáticas,António Pessoa recebe de braços abertos as oportunidades que a Divina Providência lhe entregou assim de... more
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Rated by AntonioPessoa-PA on Apr 19 2007, 11:07am
Resumindo não restam contrapartidas de que o contraponto da situação tem o seu epicentro em meados dos noventa,quando,efectivamente e sem a necessidade de complicadas equações matemáticas,António Pessoa recebe de braços abertos as oportunidades que a Divina Providência lhe entregou assim de bandeja e que o artista soube aproveitar obviamente com a capacidade laboral a que nos tem invariavelmente habituados e o talento inegável que,verdade seja dita,em vez de lhe ter subido à cabeça, transformou-se em produção,estudo contínuo e uma especie de humildade que só os grandes homens sabem vestir sem que corram o risco de parecer mediocres arrogantes disfarçados de falsa modéstia. António Pessoa,por assim dizer,em meados dos anos noventa sente-se nas suas sete quintas nesta situação de autonomia,na qual pode-se dar ao luxo de dedicar-se de corpo e alma às artes plásticas sem qualquer tipo de interrupções e contratempos dignos de que sejam suficientemente relevantes ao ponto de termos que os mencionar. Naturalmente que o preço que teve que pagar foi um especial atraso na consagração de uma certa popularidade e reputação mundial,facto este no entanto atenuado por uma situação financeira ,diga-se de passagem,muito pouco comum num jovem músico e excelente pianista recém-chegado ao mundo das artes. Nesta situação de autonomia em que tanto Alfredo Moreira do Porto como Vicente Fernández Lago de Vigo tiveram o papel de mecenas, marchante,relações públicas e administradores da obra,António Pessoa não deixa o destino ao sabor da vontade dos Deuses e inventa ou adapta à sua própria maneira um método criativo-laboral,que ele mesmo entitula Acção Directa Total. É pois em plenos anos noventa que o jovem artista usufruindo do consistente e subsistente apoio de dois mecenas que nele sabiamente apostam,nesta tranquila atmosfera de plena autonomia e num mega-estudio que fica na História como Atlantis;que António Pessoa entra, de pincel na mão e a tela no cavalete,na mais produtiva odisseia desde os mestres do Renascimento,Pablo Picasso e mesmo Dali. Esta epopeia de versões e invenções plásticas,segundo o método Acção Directa Total,acaba por ser internacionalmente conhecida como "The Romantic Period" , A Época Romântica,1997-2002. António Pessoa,reconhece,sabe e admite que nenhum de todos estes privilégios teriam sido possiveis se tivesse optado por um tipo de mercado,digamos,mais ortodoxo,mais caprichoso,mais lento,pseudo- intelectual e muito possivelmente o derradeiro golpe de misericórdia na sua alucinante evolução através do universo Ibérico da arte contemporânea. Luis Santiago
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Rated by APessoa-Gallery on Apr 19 2007, 11:01am
Resumindo não restam contrapartidas de que o contraponto da situação tem o seu epicentro em meados dos noventa,quando,efectivamente e sem a necessidade de complicadas equações matemáticas,António Pessoa recebe de braços abertos as oportunidades que a Divina Providência lhe entregou assim de bandeja e que o artista soube aproveitar obviamente com a capacidade laboral a que nos tem invariavelmente habituados e o talento inegável que,verdade seja dita,em vez de lhe ter subido à cabeça, transformou-se em produção,estudo contínuo e uma especie de humildade que só os grandes homens sabem vestir sem que corram o risco de parecer mediocres arrogantes disfarçados de falsa modéstia. António Pessoa,por assim dizer,em meados dos anos noventa sente-se nas suas sete quintas nesta situação de autonomia,na qual pode-se dar ao luxo de dedicar-se de corpo e alma às artes plásticas sem qualquer tipo de interrupções e contratempos dignos de que sejam suficientemente relevantes ao ponto de termos que os mencionar. Naturalmente que o preço que teve que pagar foi um especial atraso na consagração de uma certa popularidade e reputação mundial,facto este no entanto atenuado por uma situação financeira ,diga-se de passagem,muito pouco comum num jovem músico e excelente pianista recém-chegado ao mundo das artes. Nesta situação de autonomia em que tanto Alfredo Moreira do Porto como Vicente Fernández Lago de Vigo tiveram o papel de mecenas, marchante,relações públicas e administradores da obra,António Pessoa não deixa o destino ao sabor da vontade dos Deuses e inventa ou adapta à sua própria maneira um método criativo-laboral,que ele mesmo entitula Acção Directa Total. É pois em plenos anos noventa que o jovem artista usufruindo do consistente e subsistente apoio de dois mecenas que nele sabiamente apostam,nesta tranquila atmosfera de plena autonomia e num mega-estudio que fica na História como Atlantis;que António Pessoa entra, de pincel na mão e a tela no cavalete,na mais produtiva odisseia desde os mestres do Renascimento,Pablo Picasso e mesmo Dali. Esta epopeia de versões e invenções plásticas,segundo o método Acção Directa Total,acaba por ser internacionalmente conhecida como "The Romantic Period" , A Época Romântica,1997-2002. António Pessoa,reconhece,sabe e admite que nenhum de todos estes privilégios teriam sido possiveis se tivesse optado por um tipo de mercado,digamos,mais ortodoxo,mais caprichoso,mais lento,pseudo- intelectual e muito possivelmente o derradeiro golpe de misericórdia na sua alucinante evolução através do universo Ibérico da arte contemporânea.
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Rated by L-Xpress-APessoa on Apr 19 2007, 10:51am
Resumindo não restam contrapartidas de que o contraponto da situação tem o seu epicentro em meados dos noventa,quando,efectivamente e sem a necessidade de complicadas equações matemáticas,António Pessoa recebe de braços abertos as oportunidades que a Divina Providência lhe entregou assim de bandeja e que o artista soube aproveitar obviamente com a capacidade laboral a que nos tem invariavelmente habituados e o talento inegável que,verdade seja dita,em vez de lhe ter subido à cabeça, transformou-se em produção,estudo contínuo e uma especie de humildade que só os grandes homens sabem vestir sem que corram o risco de parecer mediocres arrogantes disfarçados de falsa modéstia. António Pessoa,por assim dizer,em meados dos anos noventa sente-se nas suas sete quintas nesta situação de autonomia,na qual pode-se dar ao luxo de dedicar-se de corpo e alma às artes plásticas sem qualquer tipo de interrupções e contratempos dignos de que sejam suficientemente relevantes ao ponto de termos que os mencionar. Naturalmente que o preço que teve que pagar foi um especial atraso na consagração de uma certa popularidade e reputação mundial,facto este no entanto atenuado por uma situação financeira ,diga-se de passagem,muito pouco comum num jovem músico e excelente pianista recém-chegado ao mundo das artes. Nesta situação de autonomia em que tanto Alfredo Moreira do Porto como Vicente Fernández Lago de Vigo tiveram o papel de mecenas, marchante,relações públicas e administradores da obra,António Pessoa não deixa o destino ao sabor da vontade dos Deuses e inventa ou adapta à sua própria maneira um método criativo-laboral,que ele mesmo entitula Acção Directa Total. É pois em plenos anos noventa que o jovem artista usufruindo do consistente e subsistente apoio de dois mecenas que nele sabiamente apostam,nesta tranquila atmosfera de plena autonomia e num mega-estudio que fica na História como Atlantis;que António Pessoa entra, de pincel na mão e a tela no cavalete,na mais produtiva odisseia desde os mestres do Renascimento,Pablo Picasso e mesmo Dali. Esta epopeia de versões e invenções plásticas,segundo o método Acção Directa Total,acaba por ser internacionalmente conhecida como "The Romantic Period" , A Época Romântica,1997-2002. António Pessoa,reconhece,sabe e admite que nenhum de todos estes privilégios teriam sido possiveis se tivesse optado por um tipo de mercado,digamos,mais ortodoxo,mais caprichoso,mais lento,pseudo- intelectual e muito possivelmente o derradeiro golpe de misericórdia na sua alucinante evolução através do universo Ibérico da arte contemporânea.
