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  • L-Xpress-APessoa

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Last seen: 58 months ago

Anabela Tavares is a 34 year old woman from Cascais, Portugal

I'm an art critic,crazy about life,night life,art...and artists!

  • 3-EN -AMARANTE pictures by newsletter-antoniopessoa -...

    Rated May 05 2007 3 reviews webhosting photobucket.com







    EXPO - António Pessoa 2007
    Casa da Calçada Relais Châteaux
    AMARANTE . PORTUGAL

    tel 00351 . 255 410 830
    ffafonso@casadacalcada.com
    casadacalcada.com [casadacalcada.com] ´

    Sobre a Época Romântica


    Esta exposição de pintura de António Pessoa na cidade de Amadeu de Sousa Cardoso , Amarante ; e em tão magnifico espaço que é a Casa da Calçada.Relais Châteaux,envolve todo este evento
    patente ao público desde o dia 12 de Maio até 12 de Agosto 2007,
    numa atmosfera de sonho e magia,não para fazer de conta mas sim
    porque é efectivamente verdade,vale a pena experimentar tanto por um acto de simples lazer e contemplação num encontro directo com o que melhor se faz em Arte e Cultura,como eventualmente na feliz
    oportunidade de adquirir uma obra de valor artistico indiscutivel e de
    valor comercial vertiginosamente ascendente.
    Expo - António Pessoa 2007 com diversas exposições já marcadas
    em Portugal,incide a sua seleção de obra na retrospectiva ainda não só necessária como justa e pontualmente imprescindivel,da Época Romântica,1997-2002,talvez,quem sabe,uma das últimas oportunidades para o público e muito particularmente os colecionadores de arte portuguêses terem a derradeira possibilidade
    de uma razoável acessibilidade a obra de um periodo histórico na vida e na carreira do artista.
    Parece-me justamente oportuno referir que alguma obra da Época Romântica pode ser visualizada em antoniopessoa-art.com [antoniopessoa-art.com]
    E as razões que me levam de uma forma,penso eu,tão natural e descomprometida a fazer este tipo de sugestão,estão obviamente relacionadas com o mega-projecto Worldwide,o qual embora ainda a dar os primeiros passos promete e justamente promete para cumprir
    um conceito de expansão e comunicação absolutamente internacional,decididamente contemporâneo e impulsionado por toda uma força vital da qual eu próprio não me excluo,mas do qual fazem parte um sem número de colaboradores tanto europeus como americanos,os quais ao longo dos últimos três anos têem vindo a interessar-se de uma forma curiosamente repentina e até unânime,
    pelo fenómeno chamado António Pessoa.

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  • HUMAN BIRDS pictures by newsletter-antoniopessoa -...

    Rated May 05 2007 1 review photobucket.com





    E é precisamente nesta linha de raciocinio que tudo leva a imaginar
    que muito mais cedo do que muitos ainda se atrevem a pensar,a obra da Época Romântica ( ou,melhor dizendo,o que ainda vai sobrando do cada vez menos monumental lote de unidades pictóricas...),vai certamente atingir um nivel de reputação de tal
    envergadura o que me leva a deduzir que adiantar mais do que isto,seria fazer pura futurologia,exercicio a meu vêr muito pouco adequado dado as oscilações do mercado e muito francamente até do próprio mundo global.
    Unicamente com o intuito de citar alguns exemplos de obras que
    por questões de esmero técnico,momento criativo,qualidade pictórica,conservação,dimensões e obviamente pelo interesse geral que têem vindo a despertar quer pela temática,por simples e inexplicável quimica e não esquecendo a mais ou a menos abordagem que Jacob Kotsky e outros criticos de arte têem dedicado a cada uma obviamente dependendo também de um certo critério pessoal e de uma válida análise subjectiva;
    Quadros como "Retrato de Pablo Picasso"1999, "Talking to the Angels",2002,"Spinster",1999, "Bette Davis eyes",1999,"Human Birds",2002 , "Two Mermaids",1999, "The Calvet family",2001 e porque não "Woman to Woman",de 1999...entre muitissimos outros,
    são obras da Época Romântica de António Pessoa,naturalmente ainda não vendidas por retenção de Vicente Fernández Lago, como pelos preços elevados que lhes foram quase predestinados...que
    muito segundo a mais lógica da lei das probabilidades vão tornar-se
    verdadeiros e eternos mitos da Época Romântica no circuito da arte
    moderna e contemporânea internacional,dentro de muito pouco tempo,segundo as previsões dos mais entendidos.
    Esta Primavera e Verão,enquanto o artista continua a dar à luz novas opções visuais e comunicativas da sua mais recente corrente
    artistica que se tem vindo a popularizar sob o titulo The New Era;e
    Worldwide promete dar entrada na Via Láctea do Universo da arte contemporânea ,Vicente Fernández Lago e a sua reduzida mas esmerada equipa de colaboradores,tem o prazer e a satisfação de fazer a vontade ao artista e divulgar,esperemos que eventualmente muito mais do que até à data,a obra do autor no seu país de origem.
    Precisamente a exposição na belissima e encantadora Casa da
    Calçada Relais & Châteaux , é um dos eventos entre outros que vão
    determinantemente marcar nesta Primavera e Verão,a presença de
    António Pessoa em Portugal.


    HUMAN BIRDS pictures by newsletter-antoniopessoa - Photobucket
  • 3-PT AMARANTE EXPO pictures by newsletter-antoniopessoa...

    Rated May 05 2007 2 reviews webhosting photobucket.com




    EXPO - António Pessoa 2007

    Casa da Calçada . Relais & Châteaux

    AMARANTE ~~ PORTUGAL
    tel . 00351 . 255 410 830
    ffafonso@casadacalcada.com

    casadacalcada.com [casadacalcada.com]

    Exposição de pintura de António Pessoa,na Casa da Calçada . Relais& Châteaux,inauguração dia 12 de Maio 2007 pelas 19:00 e patente ao público até 12 de Agosto,2007.
    Retrospectiva da época Romântica,1997-2002,realizada em Vigo,Galiza e uma das mais importantes colecções do artista.
    Por muito estranho e até exaustivo que possa eventualmente dar a entender,nunca é demasiado desenvolver novas abordagens em jeito de mera análise e se assim o desejamos até de contínua investigação,sobre a mundialmente badalada Época Romântica de António Pessoa,que como é do conhecimento geral consta de um espaço de tempo entre 1997 e 2002.
    Informa-se repetidamente porque nunca é demais salientar,que estes cinco anos são de especial relevância primordialmente pelo calibre de super-produção a qual efectivamente a distingue e a destaca de tudo quanto foi feito em tão reduzido espaço de tempo por artistas de todas as nacionalidades nos últimos cem anos,com excepção de uns poucos,designadamente Pablo Picasso,Salvador Dali,Jackson Pollock,DiegoRivera e talvez Fernando Botero.
    Infelizmente,apesar do grande desenvolvimento técnico,estético e até filosófico-criativo que António Pessoa tem de facto demonstrado desde 2003 até aos dias de hoje,é bastante improvável que o artista português volte a repetir semelhante proeza,pelo menos em termos quantitativos.
    De facto a Época Romântica de António Pessoa vai-se tornando mais famosa e mais consagrada justamente em proporção aos anos que nos separam do fim da mesma,por variadissimas razões mas essencialmente pela quase sobre-humana abundância de unidades pictóricas,sejam desenhos,aguarelas,acrílicos sobre papel,collages,toda uma infindável gama de técnicas mistas e claro,a grande obra por excelência,óleos sobre tela,centenas dos quais de grandes dimensões.
    É de sublinhar a satisfação que todos partilhamos com esta mostra
    de pintura de excelente qualidade,particularmente tratando-se de uma das mais belas cidades portuguêsas e sem minimizar a felicidade do artista em saber a sua obra uma vez mais disponivel para o público nacional.

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  • AP PONTO FINAL pictures by antoniopessoa-portugal-arte -...

    Rated Apr 20 2007 2 reviews webhosting photobucket.com






    www . antoniopessoa . final




    António Pessoa,uma personalidade estranha e imprevisivel,tanto na obra como na vida pessoal,engana o público,os colaboradores e até os amigos intimos,sem querer e sem se aperceber de que a organização que ele próprio ajudou a criar,depende a todo o momento e a cada instante do seu bioritmo,da sua persistente vontade e como não há bela sem senão,
    igualmente da sua frequente oscilação de humor e até do sentido da sua própria vida.
    Não pretendendo eu abusar do cliché de que os artistas são todos gente dificil,convém desde já salientar que António Pessoa decididamente não é nem penso que algum dia venha a ser, a excepção que foge à regra.
    Se lhe atribuimos e com determinante razão as muitas qualidades que
    tem e que sistematicamente prova que tem,é de nossa e neste caso de minha justiça pelo menos de vez em quando tentar que o artista seja oportunamente mencionado para dar a mão à palmatória.
    Começo a suspeitar de que o conceito e toda a alma de Home Studio é
    acima de tudo o grande pretexto que António Pessoa subconscientemente concebeu para fugir às responsabilidades,e de uma
    forma muito razoavelmente particular aqui neste caso especifico,tendo em
    conta o leque de colaboradores e profissionais que dependem do estado de espirito do menino e de algumas atitudes absolutamente caprichosas
    que realmente sustentam a teoria de que ninguém é perfeito e muito menos António Pessoa,que eu abraço e admiro,porém não posso deixar que algumas verdades venham à superficie e até faço questão de que isso aconteça.
    Todos sabemos de que há dias e dias como também se diz que um dia não é dia,porém quando os dias se seguem como dias em que pensamos
    que é hora de avançar,António Pessoa recolhe-se no seu Paraiso extra-terrestre e não dando luz verde para adiar também não demonstra grande
    urgência em dar luz verde para que o projecto Worldwide comece a dar
    sinais de movimento,já para não falar de Feedback.
    Uma equação humana feita à medida do Renascimento?Penso que não seja para tanto.Contudo uma equação metafisica às vezes bastante complicada de desvendar,talento misturado com preguiça,uma capacidade laboral coexistindo com uma indole sedentária de fazer roer as unhas e bradar aos céus.
    O capitulo mais ou menos compreensivel de toda esta equação de boas razões e muitas contradições,deve-se ao facto de António Pessoa desde já hà uns anos a esta data,ter vindo claramente a manifestar o tédio que
    lhe provocam as grandes urbes como também os lentos protocolos das galerias de arte.É natural e até perdoável que o artista ciclicamente opte
    por uma letargia semi-tropical,levantando-se a meio da tarde para um lanche que afinal é o pequeno almoço,um pouco de trabalho,enfim,um esboço...que mesmo desenho "à la minute" temos forçosamente de
    admitir que o talento está patente mesmo num bocejante sarrabisco de
    efémera inspiração do momento,um banho de sol de dez minutos e uma
    noite de espontânea satisfação dos desejos...
    Worldwide-Antonio Pessoa pode esperar,ao artista pelos vistos que
    grande diferença lhe faz,a raposa velha parece já não alimentar ilusões
    inspiradas em fama e popularidade.Conhece-lhe os truques e os contra golpes,a pressão,a má lingua,a tensão e o pior de tudo a incómoda responsabilidade de ter de deslocar-se,o ruido,a confusão e as longas
    esperas e momentos mortos
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    Antonio Pessoa Art Gallery




    De todos os modos e curiosamente,esta peculiar reserva em relação às galerias de arte,tem sido desde muito cedo no percurso artistico e profissional de António Pessoa,não de maneira nenhuma um contencioso
    ou coisa que o valha,mas sim uma opção,ou melhor dizendo, uma reacção natural e espontânea,por um lado devido à típica lentidão e falta de dinamismo de muitissimas galerias de arte,contudo entendemos que
    o que mais tem contribuido para este facto deve-se essencialmente à
    verdadeira natureza do artista encaminhando-o desde a sua adolescência
    para um modelo,digamos,talvez mais autónomo de gerir a sua carreira e consequentemente a sua vida privada e pessoal.
    Segundo os inúmeros apontamentos biográficos de Mr.Jacob Kotsky
    na elaboração do livro About Antonio Pessoa,é sabido que remontando aos seus tempos de Amsterdão,ainda com apenas dezasete anos de idade,o jovem artista já demonstrava os primeiros sintomas da sua
    intuitiva apetência por trabalhar com intermediários,desta forma,digo eu,talvez sendo afinal de contas uma certa vantagem na medida em que este modus operandi seguramente lhe permitia usufruir de mais espaço anímico vital e tempo real para assim ir paulatinamente desenvolvendo a
    técnica e o aprumo da sua já promissora coerência criativa.
    Primeiro,Gerard Meerman toma nas suas mãos a gestão comercial das
    primeiras obras de António Pessoa na Holanda,estamos a falar do inicio dos anos oitenta.Mais tarde Peter van Dijk interessa-se pela divulgação e venda dos trabalhos do artista português,neste caso não tanto por uma questão meramente económica mas essencialmente por motivos de cumplicidade legitima como se veio a revelar.O mesmo já não se pode dizer do americano Lee Roberts que escassos anos mais tarde viu na
    obra de Pessoa uma boa oportunidade de realizar dinheiro facilmente.
    Seja como for,o interessante desta análise é efectivamente concluirmos que desde uma tenra idade,António Pessoa parece ter encontrado neste modelo de trabalho de equipa a velocidade de acção
    justamente adequada ao seu ritmo de produção e temperamento.
    Este quase desinteresse e até indiferença por trabalhar com galerias de arte veio dez anos mais tarde a tomar proporções bastante mais acentuadas quando em finais dos anos oitenta e principio dos noventa,
    António Pessoa pelas mãos de Ana Ferreira Mendes começa a expôr em hoteis e casinos até à altura em que conhece Alfredo Moreira,aquele que
    viria a ser seu Marchante durante quase toda a última década do outro milénio.
    Mais tarde,já residindo em Vigo,com Vicente Fernández Lago dá-se o mesmo fenómeno de Déjà Vu,tornando-se até aos dias de hoje o administrador da obra de António Pessoa em Portugal e norte de Espanha.
    Apesar do facto de tanto Alfredo Moreira,então director da galeria Almacem na cidade do Porto como Vicente Fernández Lago,director e proprietário da galeria Trastevere em Vigo,possuirem estes espaços,
    efectivamente galerias de arte,a forma como sempre trabalharam com António Pessoa obedecia a um quase modelo de exclusividade,chegando
    Vicente Fernández mesmo ao ponto de ter Pessoa representado como Artista Único.
    Com a posta em prática e em cena do Ciclo Zodiaco,já no novo milénio,
    atingindo o seu nivel máximo em Barcelona 2004 com mais de um milhar de clientes,António Pessoa conquista de uma forma absoluta a sua
    autonomia e total independência,naturalmente acentuando de um modo
    mais radical a sua falta de motivação directa em ajustar a sua carreira às agendas frenéticas e superlotadas das galerias de arte espalhadas pelos cinco continentes.

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    Resumindo não restam contrapartidas de que o contraponto da situação tem o seu epicentro em meados dos noventa,quando,efectivamente e
    sem a necessidade de complicadas equações matemáticas,António Pessoa recebe de braços abertos as oportunidades que a Divina Providência lhe entregou assim de bandeja e que o artista soube aproveitar obviamente com a capacidade laboral a que nos tem invariavelmente habituados e o talento inegável que,verdade seja dita,em vez de lhe ter subido à cabeça, transformou-se em produção,estudo contínuo e uma especie de humildade que só os grandes homens sabem vestir sem que corram o risco de parecer mediocres arrogantes disfarçados de falsa modéstia.
    António Pessoa,por assim dizer,em meados dos anos noventa sente-se nas suas sete quintas nesta situação de autonomia,na qual pode-se dar ao luxo de dedicar-se de corpo e alma às artes plásticas sem qualquer
    tipo de interrupções e contratempos dignos de que sejam suficientemente
    relevantes ao ponto de termos que os mencionar.
    Naturalmente que o preço que teve que pagar foi um especial atraso na
    consagração de uma certa popularidade e reputação mundial,facto este
    no entanto atenuado por uma situação financeira ,diga-se de passagem,muito pouco comum num jovem músico e excelente pianista
    recém-chegado ao mundo das artes.
    Nesta situação de autonomia em que tanto Alfredo Moreira do Porto como Vicente Fernández Lago de Vigo tiveram o papel de mecenas,
    marchante,relações públicas e administradores da obra,António Pessoa
    não deixa o destino ao sabor da vontade dos Deuses e inventa ou adapta
    à sua própria maneira um método criativo-laboral,que ele mesmo entitula
    Acção Directa Total.
    É pois em plenos anos noventa que o jovem artista usufruindo do consistente e subsistente apoio de dois mecenas que nele sabiamente
    apostam,nesta tranquila atmosfera de plena autonomia e num mega-estudio que fica na História como Atlantis;que António Pessoa entra, de
    pincel na mão e a tela no cavalete,na mais produtiva odisseia desde os
    mestres do Renascimento,Pablo Picasso e mesmo Dali.
    Esta epopeia de versões e invenções plásticas,segundo o método Acção Directa Total,acaba por ser internacionalmente conhecida como
    "The Romantic Period" , A Época Romântica,1997-2002.
    António Pessoa,reconhece,sabe e admite que nenhum de todos estes privilégios teriam sido possiveis se tivesse optado por um tipo de mercado,digamos,mais ortodoxo,mais caprichoso,mais lento,pseudo-
    intelectual e muito possivelmente o derradeiro golpe de misericórdia na
    sua alucinante evolução através do universo Ibérico da arte contemporânea.


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    Rated Apr 17 2007 4 reviews webhosting photobucket.com




    Edward Eglowsky . Genesis Gallery




    Ainda Worldwide começa a dar os seus primeiros passos primaveris,já
    o artista António Pessoa começa a dar sinais desse vigor e vitalidade que sempre lhe provoca o bom tempo e a suave temperatura de Abril.
    Vestido com aquela nova tranquilidade do homem de hoje,parece que
    faz lembrar o ditado "devagar se vai ao longe".Ditado agora exemplificado e personalizado na serenidade predominante de um artista nas suas sete
    quintas,nem sempre com a faca e o queijo na mão,porém invariavelmente
    perspicaz nas suas análises de terreno e por conseguinte nas suas decisões.
    Seja como for,Worldwide António Pessoa,começa com uma breve visita a Viena de Austria,uma dessas viajens de reconhecimento muito habituais no artista;e com um assunto em "stand by" de há uns meses a esta data,referente a Genesis Gallery,em Stamford,Connecticut,Estados Unidos.
    Edward Eglowsky,director da galeria faz já umas largas semanas que mostrou particular interesse pela Obra de António Pessoa.
    Parece-me desde já oportuno e relevante mencionar o facto de que Genesis Gallery representa nomes como Georges Braque,Cezanne,Henri de Toulouse-Lautrec,Salvador Dali,Marc Chagall e claro,Pablo Picasso.
    Sem sombra de dúvida nem reticências,justamente a agradável e sábia
    companhia dos Grandes Mestres ou Monstros Sagrados do século XX,
    a António Pessoa não lhe faria nada mal,não fosse o caso inesperado de
    que para o jovem artista português esta questão de religiosamente
    idolatrar os mitos das artes do recente outro milénio,não assume grande
    importância nem significado mais do que a justa admiração que possa sentir por cada um deles.
    Logo e por conseguinte a coisa tem ficado em águas de bacalhau,se por
    desleixo de Edward Eglowsky ou se por esquecimento do artista,o certo
    é que nem Pablo Picasso,Dali,Toulouse-Lautrec,Cezanne e Braque ainda
    tiveram o prazer do mais um para parecermos muitos,enfim,que é como quem diz,vamos lá a vêr.
    Sobejamente popular o espirito comodista de António Pessoa,tem-lhe
    criado vantagens e também desvantagens,por um lado mantendo-o no
    seu home Studio recolhido no trabalho,no estudo e na boa companhia dos poucos mas bons amigos durante longas temporadas,por outro lado
    desperdiçando provavelmente excelentes contactos tanto no campo profissional como puramente social.
    Uma vez mais o assunto Eglowsky,Genesis Gallery,ficou pendente,como
    que perdido no tempo e no espaço.António Pessoa como sempre comovedoramente com pouca paciência para os negócios,vai adiando
    decisões que só ele pode tomar,apesar de gozar do privilégio de ter
    colaboradores à altura de,por assim dizer,administrarem uma eficaz e responsável gestão da sua carreira.
    Porém, a verdade é que contrariamente à realidade de uns quatro ou cinco anos atrás,hoje em dia todos os que com ele colaboram directa ou
    indirectamente estão obrigatoriamente mentalizados de que nada deve ser feito ou decidido sem a última palavra com a assinatura legítima do artista.
    Ainda que genuino grande admirador de Chagall,Lautrec,Braque e Picasso...Salvador Dali parece importar-lhe cada vez menos,segundo palavras do artista.Em todo o caso pensamos que seria bom que o
    primaveril António Pessoa despertasse desta semi-letargia de inspiração
    "ganha fama e deita-te na cama" e voltasse a ter aquele brilho de brio e
    ambição nos olhos e aquele incurável sentimento de insatisfação de hà
    uns anos atrás que independentemente de lhe darem um certo ar de
    graça e jovial dinamismo,acabava por contagiar quem quer que estivesse na sua companhia.
    A realidade hoje é um António Pessoa cada vez mais saturado das grandes metropolis,entediantes reuniões de negócios e de check ins e check outs de hoteis para não falar dos ruidosos aeroportos que o artista cada vez mais parece irremediavelmente abominar.
    Se Edward Eglowsky corresponder aquele tipo de pessoa flexível e
    predisposto a ceder aqui e acolá,então não será de todo improvável que
    Georges Braque,Pablo Picasso,Toulouse-Lautrec,Cezanne e Dali tenham a
    seu lado o seu mais fiel discipulo,mas verdade seja dita,também o mais dificil de todos eles.
    António Pessoa!




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    Rated Apr 06 2007 2 reviews postmodern photobucket.com





    Por conseguinte,o inventor da New Era,ainda vai dar muito mais que falar,mas decididamente à sua maneira e tudo o que não vá de encontro a este nobre conceito é o mesmo que dizer que nunca aconteceu nem vai ter lugar.
    António Pessoa deste modo e desta maneira,acaba não só por estar no mundo da arte com nobreza,prestigio,dignidade e profissionalismo,como
    também por enobrecer,prestigiar e engrandecer a classe dos jovens artistas plásticos.
    Efectivamente desde hà uns tempos até à data , António Pessoa é sistematicamente consultado por colegas artistas de todos os cinco continentes,pedindo-lhe conselhos na esperança de obterem respostas a
    infindáveis e tumultuosas dúvidas,na esperança de sentirem nas mãos o molho de chaves capaz de abrir algumas portas deste mundo elitista e impiedoso que é o mercado de arte hoje em dia.
    António Pessoa,um homem com o mundo nas mãos,não se esforça por aparentar humildade,pois a sua é legitima,natural e latente.Um artista português que embora tranquilamente soberano,não deixa para amanhã o que pode fazer hoje.Um homem sobriamente tranquilo,porém decididamente um homem de acção.Sem dúvida as qualidades flagrantes que o têem transportado sem especial esforço até ao lugar ao sol onde hoje se encontra,não menosprezando a sua inegável genialidade ,esse
    talento exuberante e abundante,o qual aliado a uma estranha e rara capacidade laboral,fazem a quimica,o Todo,o fenómeno,a marca António Pessoa.
    Amanhã,que é quando o hoje deixa de ser hoje para ser ontem,o artista
    português uma vez mais viaja a Nova Iorque,Chicago,Los Angeles e San Francisco para reestabelecer o ideia do seu Projecto.Escusado será dizer que não serão necessários grandes preâmbulos de retórica,nem
    exaustivas sessões de negociações bilaterais,como quem desesperada e
    obstinadamente busca soluções mediocres "alternativas".
    Efectivamente,António Pessoa desde hà muito tempo que leva "take it or leave it" escrito no brilho do seu olhar,na imobilidade desconcertante que só uma profunda segurança e tranquilidade permitem.
    E como se tudo isto não fosse mais do que suficiente,a New Era do artista luso atingiu o centro do alvo,apanhando o mundo intelectual de surpresa e colocando o conceito de arte contemporânea numa situação embaraçosamente dificil.
    António Pessoa,sem tirar nem pôr,sem pré-avisos,enfadonhos preliminares,voluminosas teses nem conferências de imprensa,deu o seu
    vanguardiata conceito denominado Contemporary Plus como dado adquirido,pintado e assinado.Dito e feito,sempre invariavelmente à sua maneira!
    E à sua maneira será!
    Contemporary Plus,fez com que a muitos se lhes caissem os dentes,
    ainda não de todo recuperados do impacto da New Era- António Pessoa,
    o conceito aparentemente inocente e aparentemente simplesmente estético de Contemporary Plus,vai tomando gradualmente uma função
    clinicamente devastadora,de facto provocando um efeito que vai fazendo com que a noção de arte contemporânea seja uma corrente digna de museu,dignamente "démodé",elegantemente ultrapassada e historicamente arquivada!
    E a questão que fica por agora suavemente pairando no ar,é:
    Que mais cartas-surpresa terá António Pessoa escondidas na manga?
    Um Ás de Ouros?




    Anabela Tavares

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    António Pessoa . Hoje e Amanhã...




    António Pessoa,hoje é mais que un artista,mais que um comunicador
    do universo plástico contemporâneo,mais que um modelo que muitos colegas de oficio e profissão tentam seguir.
    António Pessoa hoje é uma Marca,uma referência exacta dentro do núcleo artistico total.Um jovem artista prematuramente bem instalado no
    projecto de vida,familia e profissão que ele e os seus colaboradores
    souberam inteligentemente conceber,pacientemente estruturar e agora,
    em jeito de manutenção vão seguindo o mesmo critério de dinamismo,sobriedade e equilibrio,elementos os quais justamente se adaptam como uma luva à personalidade contemplativa do artista.
    Entre a figura pública e o homem,existe a mesma diferença que entre o dia e a noite.É muito frequente ainda que muitos se enganem na hora de avaliar António Pessoa,não na sua indiscutivel qualidade artistica,mas sim na sua postura pessoal perante a vida,perante si mesmo,perante os que o rodeiam e num caso muito particular e crucial,perante o mercado da arte e todos os que nele estão directa ou indirectamente envolvidos.
    Frequentememte criticado por ser arrogante,altivo e até déspota,apenas
    felizmente,por aqueles que não o conhecem,para não falar dos invejositos de meia tigela que da má lingua se viciam porque melhor não sabem fazer
    nem dizer;António Pessoa sem grande esforço,diga-se de passagem,faz ouvidos de mouco,já que tudo joga a seu favor para dar-se ao luxo de não fazer caso a escupidelas sem saliva e mordidelas sem caninos.
    Nada melhor que para um pintor do seu calibre para pura e simplesmente estar-se nas tintas...e mesmo que não estivesse,verdade
    seja dita,também não teria tempo para isso!
    Claro que me refiro essencialmente a galerias de arte da segunda divisão que pensam que são grande coisa,aparentando aquela altivez
    saloia dos pobres pretenciosos a Jet Set com patéticos ares de snobismo
    de curso por correspondência,uma formação artistica empiricamente insuficiente e pior de tudo uma perspectiva do mercado de arte global
    absolutamente obsoleta e desqualificada.
    Uma vez mais,perante esta hilariante realidade,António Pessoa desconsoladamente não tem outro remédio que recorrer (metaforicamente falando) a anestesia local!Desliga,esquece e ponto final.
    Hoje,como se não bastasse o Ciclo Zodiaco para lhe tirar toda a produção actual das mãos e garantir-lhe um nivel de vida muito mais além das suas necessidades básicas,por assim dizer...Hoje,como se não bastasse o infinito leque de luxuosos hoteis prontamente disponiveis para expõr a sua Obra...Hoje,artista António Pessoa,é um profissional que sabe com milimétrica precisão aquilo que quer,como,quando e onde...e em que
    bases de acordo e modelo de trabalho poderá eventualmente colaborar com as Top galerias de arte.
    Isto nada tem a vêr com arrogância,mas sim, aliás como qualquer cidadão com dois dedos de testa pode facilmente concluir,com um elevado grau de exigência, um notável calibre de honestidade,postura,
    atitude e principalmente um imaculado sentido de profissionalismo!
    É este António Pessoa,um corajoso homem que sobreviveu com notável dignidade e dedicação,a todos estes anos de boas e más experiências no mercado da arte contemporânea,absorvendo e assimilando conhecimentos,ensinamentos,calo e maturidade.
    Ao que tudo indica o artista e comunicador ,Hoje...prepara-se tranquilamente para o Amanhã,na certeza porém de que na pior das hipóteses tudo irá ser estruturado da única forma possivel.
    À sua maneira!

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    Rated Apr 04 2007 3 reviews recording gear photobucket.com




    Atlantis,Vigo - A Época Romântica




    António Pessoa consegue um mega espaço não muito longe de Vila Nova de Cerveira,rodeado de bosques e dos bons ares da natureza com uma espectacular vista e bons vizinhos,rústicos mas de boa fé.
    As suas visitas a Cerveira ao principio assiduas tornam-se cada vez menos frequentes.De algum modo a ideia que tinha da terra de facto aos seus olhos acabou por não corresponder às expectativas.
    Alguns meses mais tarde António Pessoa descobre aquele que vai ser
    o estudio Atlantis,justamente em frente à praia do Samil,Vigo.Este vai ser durante cinco maravilhosos anos o seu atelier,casa e paraíso celestial.
    Vigo oferece-lhe aquilo que o Porto nunca teve, a capacidade de conceder-lhe"La Fiesta de la Vída",alegria,noites escaldantes,"La Movída" espanhola e amigos para toda a vida.Neste ambiente,acaba por reencontrar-se e e neste ambiente se inspira para concretizar efectivamente a sua mais intensa e frenética epopeia plástica.
    A Época Romântica!
    Ainda que a principio dilacerado pelo estado obsoleto em que a arte galega se tinha deixado adormecer,António Pessoa de alguma forma sabe superar esta realidade concebendo novas e mais contemporâneas versões imprimindo-lhes o exotismo necessário e a sexualidade ainda que sabiamente camuflada,adicionando os seus próprios ingredientes e especiarias através de uma culinária plástica estranhamente híbrida e ao
    mesmo tempo concentrada num modelo de linguagem e expressão artistica globalmente uniforme.
    Parece-me oportuno mencionar que António Pessoa,sempre fazendo justiça à sua reputação e cada vez mais igual a si mesmo,mesmo dando-se o indiscutivel caso de não ser de seu estilo fazer qualquer tipo de cedências,é e sempre tem sido sintoma da sua natureza como artista e comunicador,ir ao encontro do público utilizando uma linguagem plástica compreensivel.
    António Pessoa,um pouco em jeito de graça,conta que certa vez o
    Prof.Eduardo Calvet de Magalhães,fundador da escola e galeria Árvore do Porto,lhe disse directamente"você ,António Pessoa,é um pintor maldito,
    sabe o que as pessoas gostam e dá-lhes!"
    Há de facto uma mais que certa verdade nesta afirmação,seja com retoque ou com mais ou menos subtileza,o certo é que o artista sempre
    aplaudido por muitos e criticado por poucos,toma desde o inicio da sua carreira esta posição tipicamente Hollywoodesca,não tanto por calculismo adquirido mas sim de facto por natural genética tendência levando-o a
    absorver e logo e por conseguinte a espelhar as sugestões culturais,sociais e ambientais que mais lhe estão próximas.
    De bom presságio,esta caracteristica da sua natureza,vistas bem as coisas,de facto tem-lhe trazido mais beneficios que desvantagens.
    António Pessoa,qual Camaleão,ainda que sempre patente o selo do seu
    estilo de pose,jeito e pincelada,muda de temática como quem muda de camisa,esgotando todas as possibilidades e mais importante não permitindo que o tédio de maneira nenhuma invada o espectador,como um longo desfile de obviedades de nos fazer dormir e bocejar por mais.
    E é com estas e com outras que a partir de 1996,um artista luso entra em Espanha e sem muito hesitar,começa a deitar cartas na mesa.
    Conhece o galerista Carlos Alvarez,quem se apaixona imediatamente pela sua pintura,Alpide Villa Rodriguez,um dos maiores coleccionadores de arte em toda a Galiza,Faustino Moiños ,um jovem mecenas à maneira e por então dono do charmoso pub-galeria Pianíssimo...onde António Pessoa para além de expôr e bem vender as suas obras,encantava a noite viguesa com a sua soltura e sentimento musical no piano de cauda
    que hoje tem a sua assinatura...

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